Frankenstein da Netflix: os cenários de verdade por trás do filme

Tatyane Estevão

Analista de planejamento

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O novo Frankenstein de Guillermo del Toro, lançado na Netflix, não chama atenção só pela história da criatura e de Victor Frankenstein. Uma parte importante do encanto do filme está nos lugares reais onde ele foi gravado.

A maior parte das cenas externas aconteceu na Escócia, principalmente em Edimburgo. Ruas históricas como a Royal Mile, Parliament Square e becos antigos como Lady Stair’s Close e Bakehouse Close aparecem no filme quase como um cenário pronto: pedra, neblina, prédios antigos e aquela cara perfeita de Europa do século 19.

Outros pontos clássicos entram na lista, como a Catedral de Glasgow, com sua arquitetura gótica, e mansões como Gosford House e Dunecht House, usadas como partes da casa da família Frankenstein. Já na Inglaterra, propriedades históricas como Wilton House e Burghley House completam o “Franken-castelo” que vemos na tela.

As cenas de neve e gelo que parecem saídas do Ártico foram gravadas no Canadá, em áreas como Lake Nipissing e estúdios em Toronto, onde até o navio preso no gelo foi construído de verdade para as filmagens.

No fim, o filme vira quase um guia de viagem gótica: quem se apaixonar pelos cenários pode visitar boa parte desses lugares pessoalmente. E a graça é justamente essa: perceber que, por trás da fantasia, tem muita cidade real dando vida ao universo de Frankenstein.

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