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Travis Kelce e Taylor Swift planejam dizer “sim” em mansão de US$ 18 milhões à beira-mar

O dia do “sim” de Taylor Swift e Travis Kelce ainda não tem data revelada, mas um detalhe já chamou a atenção: onde tudo deve acontecer.
Segundo sites de celebridades, o casal quer se casar na mansão à beira-mar da cantora em Rhode Island, no nordeste dos Estados Unidos, uma casa avaliada em cerca de US$ 18 milhões (quase R$ 100 milhões).

Taylor quer transformar o jardim da propriedade especialmente para o casamento. A ideia é começar meses antes a plantação das flores favoritas dela e criar um cenário totalmente romântico. O casal estaria disposto a investir cerca de US$ 1,2 milhão (algo em torno de R$ 6,5 milhões) só nessa preparação: paisagismo, jardineiros, especialistas e um reforço pesado de segurança para manter tudo longe de paparazzi e curiosos.
Entre as flores cotadas para o grande dia estão rosas vermelhas, orquídeas, hortênsias e peônias.

A lista de envolvidas também é bem estrelada. Amigas próximas, como Gigi Hadid e Selena Gomez, teriam sido convidadas para serem madrinhas, e as mães de Taylor e Travis estariam ajudando diretamente na organização. A festa não deve ser só uma noite: a ideia é fazer uma celebração de fim de semana inteiro, de sexta a domingo, em clima de retiro à beira-mar.

E não para por aí. O plano do casal inclui uma série de mini-viagens de despedida de solteira para lugares queridos por Taylor, como Nova York, Nashville, Bahamas e Itália. Existe até a possibilidade de os dois comprarem uma casa em Lake Como, na região da Lombardia, para realizar uma segunda cerimônia por lá.

Se tudo isso se confirmar, o casamento de Taylor Swift promete ser menos “evento” e mais série em temporadas: mansão cinematográfica, jardins milionários, amigas famosas e um tour romântico pelo mapa.

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Estádio no céu? O “Sky Stadium” da Arábia Saudita que virou assunto na internet

Viralizou um vídeo conceitual feito por Inteligência Artificial mostrando o NEOM Sky Stadium, um estádio suspenso na Arábia Saudita a 350 metros de altura, no topo de um arranha-céu, com vista para o deserto e capacidade para 46 mil pessoas. A ideia faz parte do imaginário futurista do megaprojeto NEOM, que promete cidades high-tech e até 15 arenas moderninhas antes da Copa do Mundo de 2034.
Por enquanto, porém, tudo indica que o vídeo é mais fantasia digital do que projeto oficial: nem o governo saudita nem o comitê da Copa confirmaram a arena nos céus.
Fato é que o Sky Stadium já cumpriu seu papel: virou entretenimento, pauta de curiosidades e combustível para debates sobre até onde a arquitetura, a tecnologia e a imaginação podem ir. Se um dia vamos ver um jogo a 350 metros de altura, ninguém sabe. Mas que a internet adorou a ideia, isso não resta dúvida.

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Nápoles subterrânea: a estação de Anish Kapoor como portal entre arte e cidade

Em Nápoles, uma simples troca de metrô virou experiência sensorial. A recém-inaugurada Monte Sant’Angelo, assinada por Anish Kapoor (o artista do Cloud Gate em Chicago), mistura obra pública com obra de arte e dá um banho de arquitetura, mito e cidade.
Foram mais de 20 anos de trabalho para redesenhar a área de Traiano, e o resultado não é uma estação “bonita”; é um túnel-galeria que parece respirar. São dois acessos que conversam entre si:
• de um lado, voltado à universidade, um volume de aço patinável emerge do chão como escultura;
• do outro, no Traiano, um acesso limpo e tubular faz o contraponto minimalista.
Lá embaixo, a parceria com Jan Kaplický e Amanda Levete (Future Systems) manteve o bruto à mostra: texturas, curvas e passagens que lembram vulcões, cavernas e eco. Kapoor queria que o visitante sentisse que está “na cidade do Vesúvio, à porta do Inferno de Dante” e a sensação é exatamente essa: caminhar por um corpo geológico que pulsa.
A Monte Sant’Angelo não é só um ponto de embarque; é um ato de descida. Descer à plataforma vira ritual, onde arquitetura vira metáfora e a cidade reaprende a olhar o próprio subsolo. Em Nápoles, o metrô não te leva apenas ao destino, leva a um lugar de imaginação.

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Trump investe US$ 200 milhões em salão de festas para a Casa Branca

O presidente Donald Trump deu início à construção de um novo salão de festas na Casa Branca, parte de um projeto de renovação que promete marcar seu legado.
O espaço será assinado pelo arquiteto James McCrery, conhecido por projetos de inspiração clássica e religiosa, e construído pela Clark Construction, empresa com mais de 100 anos de história.
Com orçamento estimado em US$ 200 milhões, o salão terá capacidade para até 650 convidados — três vezes mais que o atual East Room — e será usado para grandes eventos oficiais e diplomáticos.
A obra, financiada por Trump e doadores privados, já começou com intervenções na ala leste do prédio e tem gerado debates sobre preservação histórica, financiamento e simbolismo religioso.
O projeto reflete a busca do ex-presidente por deixar uma marca duradoura na arquitetura da Casa Branca — com um toque de luxo, tradição e polêmica.

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Governo do Rio quer vender o Maracanã para reduzir dívida com a União

O Governo do Rio de Janeiro incluiu o Complexo do Maracanã na lista de 62 imóveis que podem ser vendidos para abater parte da dívida estadual de R$ 190 bilhões com a União. A medida faz parte do Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag), que permite usar bens públicos como ativos financeiros.
A proposta, já aprovada na CCJ da Alerj, ainda será votada no plenário. A expectativa é arrecadar cerca de R$ 2 bilhões com as vendas — incluindo também a Aldeia Maracanã, imóveis da UERJ e o Batalhão da PM da Tijuca.
Segundo o deputado Rodrigo Amorim (União Brasil), o objetivo é reduzir gastos e dar viabilidade financeira ao estádio, que custa quase R$ 1 milhão por jogo. O Maracanã, atualmente sob concessão de Flamengo e Fluminense até 2044, teria sua venda negociada com o consórcio.
O tema também movimenta o cenário político: a operação é vista como uma estratégia eleitoral para 2026, envolvendo o presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar, e o prefeito Eduardo Paes, em meio à disputa pela influência sobre o futuro do estádio mais icônico do país.

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Quer mudar de vida? Cidade na Toscana paga até R$ 126 mil para quem quiser morar lá

A pequena Radicondoli, na charmosa região da Toscana (Itália), está pagando para atrair novos moradores. O município, com menos de mil habitantes, oferece até 20 mil euros (R$ 126 mil) para quem comprar um imóvel e morar na cidade por pelo menos 10 anos.
E tem mais: quem quiser abrir um negócio local pode receber até R$ 50 mil em incentivos. O objetivo é reviver a economia e repovoar a cidade, atraindo jovens, famílias e empreendedores.
Até quem preferir alugar tem vantagem — o programa cobre 50% do aluguel por até dois anos. As inscrições ficam abertas até 31 de dezembro (ou até acabarem os recursos).
Imagina viver entre vinhedos, colinas e cafés italianos… e ainda ser pago por isso?

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Cacau Show ou Disney?

Quando você pensa em Cacau Show, provavelmente lembra de chocolates. Mas agora, a marca quer que você pense também em montanhas-russas, shows e diversão em família. A empresa anunciou a criação do Cacau Park, um parque de diversões de R$ 2 bilhões que promete ser o maior da América Latina.
📍 Localizado entre Itu e Sorocaba (SP), o espaço terá mais de 100 atrações, incluindo a maior montanha-russa da região, vilas temáticas, trilhas na floresta, restaurantes, hotéis e experiências imersivas ligadas ao cacau.

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Bilionários da tecnologia estão criando suas próprias cidades privadas

Ter bilhões já não basta. Agora, alguns dos nomes mais poderosos da tecnologia estão construindo cidades inteiras para chamar de suas. A ideia é criar refúgios exclusivos, onde podem ditar regras, planejar comunidades e até influenciar o futuro urbano.
Elon Musk é um dos mais ambiciosos, com dois projetos no Texas: Starbase, incorporada oficialmente em 2024, e Snailbrook, perto da Gigafactory da Tesla, que já conta com escola e moradias para funcionários. Mark Cuban comprou a pequena Mustang, também no Texas, mas por enquanto mantém o espaço sem grandes mudanças.
Na Califórnia, o consórcio California Forever, que inclui nomes como Marc Andreessen, Reid Hoffman e Laurene Powell Jobs, tenta viabilizar uma nova comunidade planejada, mas enfrenta resistência local.
Outros exemplos chamam atenção. Larry Ellison é dono de 98% da ilha de Lanai, no Havaí. Mark Zuckerberg ergueu um megacomplexo em Kauai, com bunker subterrâneo e produção própria de energia e alimentos. Já Peter Thiel apoia o projeto de uma “cidade startup” libertária, ainda sem sair do papel.
Entre sonhos utópicos e polêmicas, a tendência mostra como a elite da tecnologia está literalmente desenhando seus próprios mundos, do Havaí ao Texas.

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Soho House é vendida por US$ 2,7 bilhões: o que muda para o clube exclusivo presente em SP

A rede britânica Soho House, famosa por ser o clube exclusivo de artistas, empresários e celebridades, será adquirida por US$ 2,7 bilhões em uma transação liderada pela MCR Hotels, uma das maiores operadoras hoteleiras dos EUA.
Fundada em Londres em 1995, a Soho House se consolidou como um dos endereços mais disputados do mundo. Hoje, já são 46 unidades espalhadas pelo globo incluindo uma em São Paulo, onde a anuidade gira em torno de R$ 8 mil.
E não faltam nomes estrelados para confirmar a fama da rede: Lady Gaga, o príncipe Harry e Meghan Markle já foram vistos em seus clubes.
O movimento de fechar o capital da empresa é visto como um passo para reduzir pressões do mercado financeiro e focar em expansão e experiência dos membros. Para a MCR Hotels, o negócio é uma chance de unir uma gigante da hotelaria a uma das marcas mais influentes de clubes privados do planeta.
No fim das contas, mais do que uma transação bilionária, a aquisição reforça a tendência de espaços exclusivos que misturam lifestyle, networking e hospitalidade de alto padrão, um segmento que continua crescendo e despertando curiosidade, inclusive no Brasil.

Segundo especialistas, a combinação de fatores como instabilidade econômica, juros ainda elevados e dificuldades regulatórias têm levado fundos internacionais a diversificar seus aportes para outros mercados latinos. O México, por exemplo, tem se beneficiado do movimento de “nearshoring”, que atrai indústrias e startups ligadas à cadeia de produção dos Estados Unidos.

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