O acúmulo de importações e a queda no superávit comercial estão impactando diversos setores da economia brasileira — e o mercado imobiliário surge como alternativa sólida para investidores que buscam estabilidade.
Dados recentes mostram que, em julho de 2025, o saldo comercial bateu em US$ 7,1 bilhões, uma queda de 6,3% em relação ao ano anterior. Essa redução reflete um ritmo de importações (8,4%) que supera o das exportações (4,8%), cenário que se repete no saldo acumulado do ano, com declínio de 25%, para US$ 37 bilhões
Esse movimento sugere que o emprego e a indústria interna estão crescendo, demandando mais máquinas e insumos estrangeiros. É nesse momento que o setor imobiliário entra como opção estratégica. A construção civil tem capacidade de responder rapidamente à demanda por moradias e infraestrutura, criando valor de forma tangível e acessível.
Esse formato permite morar em imóveis mobiliados, com internet, limpeza e contas pagas, por uma mensalidade fixa. A ideia é oferecer mais flexibilidade, especialmente para quem valoriza mobilidade, como nômades digitais, jovens profissionais e estudantes.
Embora o custo mensal seja mais alto do que o aluguel comum, o conforto e a praticidade compensam. Outro atrativo é a possibilidade de mudar de imóvel ou cidade com facilidade, sem multa ou burocracia.
Construtoras e startups do setor já estão de olho nesse público, oferecendo empreendimentos com áreas compartilhadas como lavanderia, coworking e espaço gourmet. A tendência ainda é pequena no Brasil, mas já indica uma mudança no comportamento de quem busca moradia: menos posse, mais liberdade.